Surfe Pensado quase parado... Véspera de Carnaval, to partindo pro bloco Rival Sem Rival ali na Cinelândia... Tem uma prancha feita pelo Alemão, zero!, me esperando na varanda da casa da mamãe, que faz parte de um planejamento pra voltar com tudo ao bom e velho surfe... Não tem previsão de onda pra esse Carnaval, mas ainda levo fé numa zebra porque sempre dá onda no Carnaval, quando geralmente o seu pico de surfe fica cheio de gente estranha, com os locais viajando pra outros mares... Já era pra ter saído do trabalho, a galera deve estar esperando pra beber aquela gelada... Mas, eis que eu finalmente resolvi encarar o meu segundo episódio do programa Séries Fecham (que vergonha, já são 16 séries quebrando tudo), uma espécie de mesa-redonda sobre surfe com Julio Adler, Marcos Sifu e Marcelo Trekinho batendo papo com alguma figura importante para o esporte, algo que eles chamam de Podcast, enfim...
Aí, não pude deixar de, nem evitar, me inspirar e aí resolvi postar uma série inteira aqui, de 04 ondas, com a participação do Fred D'Orey, num bate-papo bem legal! Espero que alguém veja isso por aqui, sem já ter visto por lá!
Fico feliz em ter o gás pra publicar esse post aqui com esse conteúdo! Mais uma do Marreco aqui no SP...
O título desse post aqui seria esse: "Surfing sucks, don't start!" (Fred D'Orey).
Hein?! Muito bom!
Onda 01
Onda 02
Onda 03
Onda 04
Eles ainda falaram de um cara que tem uma história interessante (falaram de vários, mas esse eu googuei). Tá aqui!
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04 março, 2011
14 abril, 2010
Inspiração de coluna: Julio Adler escreve e indica
Não posso deixar de registrar no Surfe Pensado duas coisas que vêm do blog do Julio Adler, o Goiabada.
A primeira é o diário que ele produziu durante a última etapa do WCT, na Austrália (comece do início). Incrível e adorável: resolveram pagar para um jornalista especializado acompanhar as (ou algumas, não sei) etapas do circuito mundial de surfe profissional. Que evolução! E acredito que tenha sido a melhor escolha. Basta acessar o Goiabada e ler.
Ele já é colunista da Revista Surf Portugal, está no site da Hang Loose e sua ida às etapas do WCT são provavelmente por conta da Revista Hardcore. Ouvi dizer que a Hardcore está puxando o trem da mídia especializada (em surfe) brasileira. Realmente, não acompanho o mínimo necessário. Só posso dizer que acho o material produzido pelo Júlio de alto nível. Fico feliz em ver o caminho que o trabalho dele está seguindo. Eu tenho o Goiabada como uma grande fonte de inspiração e conhecimento em termos de surfe e até de cultura brasileira. Aliás, a mistura de surfe e cultura brasileira, fruto de no mínimo muita leitura do Julio (além da convivência no calçadão do Arpoador ao Leblon etc.), é uma espécie de presente que o surfe brasileiro, e nós surfistas, ganha. Lembrando que até onde sei ele é jornalista autodidata.
O lançamento do Surfe Pensado em forma de blog (antes era no Itacoatiara.Com) se deu com uma entrevista com o Julio. Fui na casa dele, tirei fotos, conversamos, gravei o papo, bebemos até uma dupla de Cerpas (se não me engano - ou Bohemia Premium?). Foi legal pra caramba pra mim. Até porque publiquei uma entrevista que não poderia sair em nenhuma revista especializada em surfe no Brasil. Parte do papo oferece uma crítica amadurecida sobre o próprio mundo do surfe brasileiro. Esse era inclusive um dos meus objetivos. Parabéns Julio! Aqui, a entrevista!
A primeira é o diário que ele produziu durante a última etapa do WCT, na Austrália (comece do início). Incrível e adorável: resolveram pagar para um jornalista especializado acompanhar as (ou algumas, não sei) etapas do circuito mundial de surfe profissional. Que evolução! E acredito que tenha sido a melhor escolha. Basta acessar o Goiabada e ler.
Ele já é colunista da Revista Surf Portugal, está no site da Hang Loose e sua ida às etapas do WCT são provavelmente por conta da Revista Hardcore. Ouvi dizer que a Hardcore está puxando o trem da mídia especializada (em surfe) brasileira. Realmente, não acompanho o mínimo necessário. Só posso dizer que acho o material produzido pelo Júlio de alto nível. Fico feliz em ver o caminho que o trabalho dele está seguindo. Eu tenho o Goiabada como uma grande fonte de inspiração e conhecimento em termos de surfe e até de cultura brasileira. Aliás, a mistura de surfe e cultura brasileira, fruto de no mínimo muita leitura do Julio (além da convivência no calçadão do Arpoador ao Leblon etc.), é uma espécie de presente que o surfe brasileiro, e nós surfistas, ganha. Lembrando que até onde sei ele é jornalista autodidata.
O lançamento do Surfe Pensado em forma de blog (antes era no Itacoatiara.Com) se deu com uma entrevista com o Julio. Fui na casa dele, tirei fotos, conversamos, gravei o papo, bebemos até uma dupla de Cerpas (se não me engano - ou Bohemia Premium?). Foi legal pra caramba pra mim. Até porque publiquei uma entrevista que não poderia sair em nenhuma revista especializada em surfe no Brasil. Parte do papo oferece uma crítica amadurecida sobre o próprio mundo do surfe brasileiro. Esse era inclusive um dos meus objetivos. Parabéns Julio! Aqui, a entrevista!
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A segunda coisa que tenho a registrar, que também descobri hoje no Goiabada, é o lançamento do blog do Pedro "Pepe" Cezar, surfista, poeta, mente/alma por trás do filme Fábio Fabuloso, que conheceu Manoel de Barros, que já representou o Brasil surfando no exterior, fez um filme (Só Dez Por Cento é Mentira), escreveu um livro, entre muitas outras coisas que não sei, porque não conheço o cara, só de longe, via surfe virtual, via Visual Esportivo, Fluir, cinema, coisa e tal.
Espero que curtam as sugestões! Servem vários gostos, inclusive, em relação às análises do WCT e indicações de leituras surfísticas, o de alguns amigos que estão chegando aos 40 (assim como eu... daqui 04) e estão mais viciados em correr ondas, em "repartir azul", do que muito moleque por aí (pena não estar comungando essa pilha com eles, só a idade mesmo, apesar de não ter parado de "molhar a sobrancelha com água salgada", nem perto disso).
Abraços!
Espero que curtam as sugestões! Servem vários gostos, inclusive, em relação às análises do WCT e indicações de leituras surfísticas, o de alguns amigos que estão chegando aos 40 (assim como eu... daqui 04) e estão mais viciados em correr ondas, em "repartir azul", do que muito moleque por aí (pena não estar comungando essa pilha com eles, só a idade mesmo, apesar de não ter parado de "molhar a sobrancelha com água salgada", nem perto disso).
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